As Doze Métricas de Risco Mais Importantes em Investimentos – Parte 1

Em seu artigo ao Investing.com, o professor de Finanças, Carlos Heitor, abordou as 12 Métricas de Risco mais importantes em investimentos.
Artigo: Profº Carlos Heitor

Olá, pessoal. De tanto me pedirem referências sobre métricas de risco para análises de investimentos, resolvi, enfim, escrever uma lista delas. A ideia é explicar as doze principais métricas que são ou podem ser utilizadas no mercado ao analisar estratégias de investimentos. Não há como prometer listar todas elas porque simplesmente podemos criar infinitas métricas, mas estou seguro de que a lista que preparei irá te ajudar bastante. Para facilitar a aprendizagem, dividi as métricas de risco em dois artigos. Neste primeiro, compartilho as seis métricas mais simples, deixando as mais sofisticadas para a parte 2 deste artigo, que sairá daqui a duas sextas-feiras, no dia 28 (lembro que esta coluna sai sexta-feira sim, sexta-feira não).

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Ah, e um disclaimer importante é que não apresentarei fórmulas de cálculo por duas razões. A primeira é que poluiria o artigo e o tornaria excessivamente longo. E a segunda razão é que você pode facilmente fazer uma procura online e encontrar qualquer das fórmulas das métricas que apresento abaixo. Meu objetivo é a apresentação conceitual. Outro ponto relevante a ser lembrado é que estamos falando de métricas de risco em estratégias de investimento. Por exemplo, métricas de risco operacional para empresas, bem como de outros riscos corporativos, estão fora do escopo dessa lista.

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1) Desvio-padrão

Não há como não começar pela métrica mais famosa de todas, muitas vezes chamada simplesmente de volatilidade. O desvio-padrão é uma medida de dispersão em relação à média e, por esta razão, funciona como métrica de risco.

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4) Semidesvio-padrão à Esquerda

Mesmíssima ideia da métrica anterior, mas com a soma dos quadrados e posterior raiz quadrada tal como no cálculo do desvio-padrão tradicional. Também apresenta duas formas de cálculo, totalmente análogas ao caso anterior.

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Acesse o artigo na íntegra clicando aqui.

Veja a parte dois clicando aqui.

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