A força da formação executiva

O Profº Vicente Ferreira explica em seu artigo como o executivo se demonstra forte perante as outras formações.
Contribuição: Profº Vicente Ferreira

Sabemos que a boa formação educacional, a competitividade das empresas e a pujança da economia de um país estão interligadas. Quão maior o investimento em educação, maiores os níveis de capacitação, produtividade e inovação das economias. Os economistas chamam isso de Capital Humano. Este efeito se intensifica na medida que se analisa níveis hierárquicos mais altos nas Organizações; quão melhor formados são seus gestores, maior a probabilidade de sucesso das Organizações, não importa se no primeiro, no segundo ou no terceiro setor da economia. A seguir apresento a explicação de alguém que leu seu primeiro texto sobre gestão há cerca de 40 anos atrás e se apaixonou pelos temas a ela relacionados.

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Dentro as causas naturais do não alinhamento – mais uma vez peço socorro aos mais experientes – são as falhas de comunicação as mais relevantes. As pessoas não conseguem se entender simplesmente porque não falam o mesmo idioma corporativo. O executivo, nascido e criado na área de marketing, tem o “marketês” como seu idioma, o outro, criado dentro dos muros da cidade de financiópolis fala “financies” e assim por diante. Tudo isso cria a Torre de Babel corporativa, onde todos falam, apertam as mãos – mesmo sem terem entendido o que foi dito pelos outros – e saem fazendo aquilo que acharam que o outro entendeu que ele tinha dito que iria fazer.

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E essa competência junto com a capacidade de ser mais claro na comunicação, entendendo a todos, faz com que esse executivo naturalmente se destaque e ganhe posição de liderança dentro da organização. Até porque há, ainda, muitos executivos que falam bonito o “gerencies”, mas não têm a menor ideia ou conhecimento do que falam.

Para que qualquer coisa fique em pé precisa de três pontos de apoio (três pontos definem um plano……) e minha exposição sobre o impacto da formação dos executivos na economia tem um terceiro ponto de apoio: a confrontação dos dogmas corporativos.

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