Saiba o que observar ao analisar o DFC de uma companhia

Em artigo para o Investing.com, o professor Finanças e Controle Gerencial, Vicente Ferreira,  ensina a analisar o DFC de uma companhia.
Artigo: Prof. Vicente Ferreira

Em conversas com alguns executivos, tenho observado que nem todos conseguem utilizar de forma mais abrangente as informações que o Demonstrativo de Fluxo de Caixa (DFC) disponibiliza. Então, resolvi pontuar algumas coisas que podem ajudar.

Partindo do ponto que o quê uma empresa faz é, essencialmente, captar recursos – com seus acionistas e/ou com terceiros – e investi-los em uma carteira de ativos que os remunere, o cerne das informações que o DFC apresenta é o estado deste fluxo de captação-investimento-remuneração.

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É natural que este fluxo varie com o nível de desenvolvimento da empresa e com as condições de mercado. Por exemplo, uma startup, terá geração operacional de caixa negativa até que atinja seu ponto de equilíbrio financeiro. Além disto, seu rápido crescimento demandará montantes significativos de recursos, os quais, tipicamente, são aportados por seus investidores (é raro que uma empresa nascente consiga captar com terceiros).

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A primeira métrica é o quanto a empresa depende de novos recursos para atender as suas necessidades de investimentos, ou seja, qual o limite de investimentos que uma empresa pode realizar sem depender de novos aportes. Basta que dividamos a geração liquida de caixa das operações por seus ativos operacionais. A hipótese limite com que trabalhamos é de a empresa utilizar todo o caixa gerado para crescer (aumentar seus ativos). A razão de crescimento nos informa a taxa máxima a que a empresa analisada pode crescer sem depender de novos aportes.

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A terceira e última métrica é a comparação da geração operacional líquida de caixa, com seus passivos não operacionais. Quando fazemos a comparação com o total de passivos (curto e longo prazo) e sabedores dos prazos médios de vencimentos destas dívidas, podemos entender qual a taxa mínima de refinanciamento de seus débitos a empresa precisará obter para manter a sustentabilidade de sua estrutura de capital.

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