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Para os desafios globais atuais espera-se que os líderes desenvolvam em suas equipes o ‘Mindset de Sustentabilidade’(3), pelo qual há um alinhamento emocional e cognitivo (internalizado nas pessoas) transformando as decisões em ações tangíveis (de onde vai sair os recursos-capex para investimento em projetos de sustentabilidade?). Por outro lado, não basta o discurso de ações convenientes e apenas simbólicas que não são [de fato] materiais/significativas (sem escala e prioridade).
Em uma entrevista à exame.com/ESG de julho de 2025, Jonh Elkington falou sobre a necessidade de se reeducar os profissionais (o que condiz com a mudança do mindset).
Não basta educar os jovens, é necessário reeducar os mais velhos também para que se interessem mais pelo futuro – para que façam frente aos riscos do negacionismo científico, especialmente nas horas do trade-off nas organizações. Ao tratar do Brasil em relação às novas tecnologias e IA, evolução de energias renováveis e os elétricos, esse autor/consultor britânico – reconhecido como um dos precursores em sustentabilidade – alertou que essa transição não pode ser mal planejada e/ou conduzida com mentalidade ‘antiga’.
Tampouco permitir que as respectivas “disparidade de riquezas” agravem as desigualdades.
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