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Centralidade do trabalho na perspectiva de mulheres em diferentes faixas etárias

Tipo
Artigos

Ano
10/01/2017

Linha de Pesquisa
Formação, Crescimento e Transformação de Sistemas de Negócio, Organizacionais e Sócio-Econômicos

Autor(es)
Patrícia Moreira da Rocha Amaral de Souza, Ana Luiza Szuchmacher & Adriana Victoria Garibaldi Hilal

Orientador

https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/race/article/view/10547/pdf


Revista de Administração, Contabilidade e Economia, v. 16, n. 1, pp. 9-36. Resumo: No presente estudo descreve-se a centralidade do trabalho na perspectiva de mulheres brasileiras, com nível superior, de diferentes faixas etárias (20 a 29 anos, 30 a 39 anos, acima de 40 anos) e que trabalham em empresas privadas na Cidade do Rio de Janeiro. Este é um estudo qualitativo em que se utilizou a análise de conteúdo como método de pesquisa e teve-se como principal fonte de dados a entrevista em profundidade. A análise foi realizada em torno da dimensão centralidade do trabalho, que consiste na importância absoluta (valor atribuído ao trabalho dentro da vida do indivíduo) e relativa (valor atribuído a ele se comparado a outras esferas da vida, como família, amigos, lazer e religião, entre outras) do trabalho na vida de uma pessoa (MOW, 1987). Na pesquisa identificou-se que o trabalho remunerado é uma atividade central e importante na vida das entrevistadas. No entanto, verificou-se também que a relação afetiva e temporal com o trabalho passa por mudanças ao longo do tempo. À medida que as entrevistadas vão adquirindo maior maturidade e experiência, elas repensam suas prioridades e procuram, efetivamente, em maior ou menor medida, conciliar o trabalho com outras esferas de suas vidas. A maternidade parece contribuir significativamente para que desejem estabelecer novas dinâmicas cotidianas, podendo participar ativamente da criação de seus filhos e da rotina familiar.

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