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O chefe do futuro vai ser um algoritmo?

InfoMoney, 06/05/2019

A professora Paula Chimenti concedeu entrevista ao portal de notícias InfoMoney

 

O uso de inteligência artificial e robótica, que já está presente em sistemas de comunicação e segurança, operações bancárias e até decisões judiciais, chega às relações trabalhistas

Empresas como Lady Driver e Cargo-X, que seguem a mesma lógica do Uber, de aplicativo de transporte, também fazem a gestão de seus motoristas com uso da tecnologia. “Seria humanamente impossível gerir essas milhares de pessoas com lideranças tradicionais”, diz Paula Chimenti, professora de Estratégia e Inovação do COPPEAD/UFRJ.

Para Paula Chimenti, a tecnologia deve ser um complemento. “Acredito que os algoritmos vão ajudar cada vez mais a gerir equipes, mas não a liderar. A relação humana, baseada em compartilhar valores e propósitos, ainda é essencial”, diz.

Na opinião de Paula Chimenti, nossa chance “contra a tecnologia” é apostar no que nos torna indispensáveis. “Criatividade ganha força nesse contexto. Atividades repetitivas e manuais perdem relevância e só quem tiver um diferencial, quem souber inovar, estará mais protegido. Seja chefe ou não”, afirma.

 

 

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