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Indexação fundamental no Brasil: uma estratégia competitiva?

Tipo
[pt] Artigos

Ano
14/03/2018

Linha de Pesquisa
[pt] Finanças Corporativas

Autor(es)
Raphael Moses Roquete, Ricardo Pereira Câmara Leal, Carlos Heitor Campani

Orientador

https://www.coppead.ufrj.br/wp-content/uploads/2020/11/Indexacao-fundamental-no-Brasil.pdf


Revista Brasileira de Gestão de Negócios, volume 20, n. 3, pp. 361-377.
Resumo
Objetivo: Este artigo analisa a indexação fundamental em relação ao IBrX 100 e a fundos de investimentos em ações selecionados no período entre junho de 2003 e maio de 2015. Essa estratégia se baseia na ponderação por indicadores fundamentalistas e não por preços de mercado.
Metodologia: Foram formados índices ponderados segundo alguns indicadores fundamentalistas das empresas incluídas no IBrX 100. O método de ponderação fundamental dos índices considera o peso de cada ação como a razão entre valor nominal de determinado fundamento para uma ação e o somatório do mesmo fundamento para todas as empresas. Este artigo também considera uma ponderação ordinal.
Resultados: Os resultados mostram que a indexação fundamental não apresenta retornos e alfas positivos e significativos depois que se ajusta um modelo de cinco fatores de risco e se consideram custos de transação. A ponderação ordinal sugere que esses resultados não são influenciados por valores extremos dos fundamentos. A evidência também sugere que os índices fundamentais podem se sair melhor em momentos de baixa do mercado brasileiro de ações.
Contribuições: De forma geral, os índices fundamentais se assemelham a value stocks e não apresentam retorno anormal. Essa evidência, portanto, é consistente com a inexistência de produtos financeiros que empreguem esse método de ponderação no Brasil.

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