Operações estruturadas entram no radar do investidor pessoa física

Contribuição: Prof. Rodrigo Leite

Há cerca de seis anos, com o avanço do movimento educacional no mercado de capitais, as operações estruturadas com derivativos vêm fazendo parte das conversas de assessores de investimentos com um time mais diversificado de clientes. O objetivo do produto é potencializar a rentabilidade do investidor em diferentes cenários de mercado.

“A raiz do derivativo é diminuir a volatilidade da carteira do cliente. As operações estruturadas fazem parte da vida da ação como uma complementariedade da redução de risco”, diz Raoni Carramillo, responsável por produtos estruturados na XP.

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Rodrigo Leite, professor de finanças e controle gerencial do Coppead/UFRJ, ressalta que, seja com ações ou crédito, a vantagem de operações estruturadas com derivativos é potencializar o retorno sem aumentar proporcionalmente o risco. “A vantagem da estrutura está em limitar a perda, forma de aumentar o ganho potencial ou diminuir as perdas”, diz.

Há uma gama de operações estruturadas mais complexas que entram nas estratégicas de fundos multimercado, observa Leite. Essas estruturas fazem parte da gestão de crédito privado na Paramis Capital. Ricardo Nunes, CIO de crédito privado e wealth management da Paramis Capital, explica que uma operação que costuma fazer inclui papéis de empresas com títulos de dívida no mercado local e offshore. “Se eu gosto do risco de crédito dessa empresa, a ótica é buscar a assimetria. Uma das vantagens é que o mercado de bonds offshore é bem maior que o local”, diz.

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