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Bons fundamentos geram alfa?

Tipo
Artigos

Ano
22/04/2020

Linha de Pesquisa
Administração e Economia de Negócios

Autor(es)
Luís Chagas, Ricardo Leal, Raphael Roquete

Orientador

https://www.coppead.ufrj.br/wp-content/uploads/2020/10/Bons-fundamentos-geram-alfa.pdf


Revista de Educação e Pesquisa em Contabilidade (REPeC), v. 14, n. 2, pp. 221-236. Resumo Objetivo: Verificar retornos ajustados a risco anormais em carteiras de ações brasileiras formadas com o F-Score que indica a presença de bons fundamentos. Método: A amostra tem 146 empresas por ano em média, inclui o período de adoção dos International Financial Reporting Standards (IFRS) entre julho de 2008 e junho de 2018 e usa carteiras igualmente ponderadas formadas ao final de junho de cada ano com as informações disponíveis no ano anterior. Resultados: A carteira com F-Score alto ostentou retorno médio maior, beta menor e alfa positivo e significativo, que desapareceu no subperíodo iniciado após a adoção plena do IFRS. Os coeficientes significativos para o prêmio de risco de empresas pequenas e a ponderação igualitária sugerem que empresas grandes não dominam seu desempenho. As carteiras de alto e baixo F-Score não podem ser caracterizadas como value stocks. A carteira com F-Score mais baixo apresentou coeficiente para o fator de momento negativo e significativo, sugerindo persistência de retornos negativos. Contribuições: Carteiras com alto F-Score podem apresentar menor possibilidade de retornos catastróficos. A técnica pode ser empregada por investidores menos sofisticados para formar carteiras defensivas de empresas com bons fundamentos.

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